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terça-feira 02 2012
segunda-feira 01 2012
Classes de Amplificadores
As classes de amplificadores diferenciam-se quanto ao método de operação, eficiência, linearidade e capacidade de potência de saída.
Os amplificadores podem ser classificados em:
Classe A - o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante os 360 graus do sinal de entrada.
Classe B - o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante apenas 180 graus do sinal de entrada (apenas um semi-ciclo)
Classe AB - situam-se entre os amplificadores de Classe A e os de Classe B, de forma que o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante mais do que 180 graus do sinal de entrada, mas não na sua totalidade
Classe C - o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) conduz durante menos do que 180 graus do sinal de entrada
Classe D - operam modulando o sinal de entrada na forma de pulsos (PWM, "pulse width modulation"), controlando o dispositivo eletrônico de saída (válvula ou transistor) através de dois níveis de tensão, os quais fazem com que o dispositivo conduza ou entre em corte
Classe F - alta eficiência (idealmente 100%) e alta potência de saída. Usado principalmente para aplicações de RF e microondas.
Classe G - Trabalha com dois níveis de tensão ou mais. O primeiro nível de tensão é mantido até o momento em que a saída atinge um limiar muito próximo a esta tensão, então um segundo nível de tensão, sempre maior, passa a atuar nos estágios de saída. Essa variação permite menor dissipação e maior eficiência, se comparado ao classe AB tradicional. Idealmente pode chegar a 85,9% de eficiência.
Classe H - Opera de forma semelhante ao classe G. Entretanto a topologia de saída dos transístores, se dá de forma paralela, enquanto no classe G, se dá de forma série.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Referências
- ↑ Verhoeven CJM, van Staveren A, Monna GLE, Kouwenhoven MHL e Yildiz E. Structured electronic design: negative feedback amplifiers. Boston/Dordrecht: Kluwer Academic, 2003. 10 p. ISBN 1-4020-7590-1
Tabela Trimmers
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| simbolo |
Um trimpot, do inglês trimmer potentiometer, é um potenciômetro miniatura ajustável. Ele é ajustado quando instalado em algum dispositivo, e normalmente fica em local que o usuário não o veja, de modo que eventuais ajustes somente sejam feitos por técnicos. Eles são comuns em circuitos de precisão como componentes de áudio ou vídeo, e podem necessitar de ajustes quando o aparelho é consertado. Diferentemente de outros controles variáveis, os trimpots são montados diretamente na placa de circuitos, ajustados por uma pequena chave e projetado para uma grande quantidade de pequenos ajustes em sua vida útil.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Reparo em alto falantes
História
Até os anos 20 do Século XX existiam somente os fonógrafos
mecânicos. Estes eram dispositivos a corda que tinham na base de um
cone acústico (corneta) um diafragma que vibrava quando a agulha passava
pelos sulcos dos discos. A amplificação era mecânica, e não tinham
potência sonora suficiente para serem ouvidos em grandes ambientes.
Com o advento da válvula termoiônica,
houve a necessidade de se criar um dispositivo capaz de transformar os
sinais elétricos amplificados pelas válvulas em sinais sonoros; estes
dispositivos são os alto-falantes ou altifalantes, que surgiram em
meados de 1924, inicialmente para os fonógrafos elétricos, logo em seguida para os rádios
receptores. Os fonógrafos elétricos já possuiam maior potência, pois a
agulha fonocaptora gerava uma vibração equivalente ao som gravado nos
sulcos do disco, vibração esta que era convertida em sinais elétricos ,
amplificados por um transformador de tensão que fazia o diafragma de um
alto-falante vibrar, porém com maior potência que o som gerado originalmente pelo fonocaptor mecânico.
Já os fonógrafos eletrônicos tinham além de maior potência, maior
qualidade no som gerado, pois como nos fonógrafos mecânico e elétrico,
as vibrações dos sulcos do disco iam para a agulha que era ligada a um
diafragma, porém este diafragma transformava através de um cone móvel
sobre uma bobina dentro de um imã
minúsculo, a vibração mecânica em ondas elétricas, o sinal era
transportado até uma válvula eletrônica pré amplificadora, onde ganhava
maior potência, para em seguida ir para uma segunda válvula, agora
amplificadora. A válvula de potência entregava o sinal elétrico muitas
vezes amplificado a um transformador de potência, que induzia a tensão
elétrica na bobina central do alto-falante, presa a um cone de papel. A
bobina estava inserida num imã potente, e, dentro de seu campo magnético,
quando a tensão gerava uma corrente elétrica, a bobina vibrava na mesma
freqüência da agulha fonocaptora, porém com maior intensidade,
transferindo esta vibração para o cone de papel, fazendo o ar vibrar e
consequentemente gerando o som audível à plena potência. Surgiu, assim, o
alto-falante de bobina móvel, desenvolvido pelos norte-americanos em 1924 por Chester Rice e Edward Kellogg.
A simplicidade de sua construção mecânica e a boa qualidade de
reprodução sonora possibilitadas pelo novo dispositivo fizeram com que
ele permanecesse praticamente inalterado até hoje.
Funcionamento
No alto-falante ocorre a transformação inversa aquela do microfone: a corrente elétrica é transformada em vibrações mecânicas do ar, reconstituindo o som inicial. Para tanto, é necessário o uso de uma bobina, um diafragma (um cone circular ou eplíptico, geralmente de papelão por ter peso menor ou polipropileno, um plástico), um imã permanente (ou um eletroímã) e uma suspensão chamada "aranha". O diafragma fica preso na carcaça de metal por meio de um sistema de suspensão de borracha ou espuma localizado ao redor de sua borda externa (chamado de "surround" ou borda). Na parte central do cone, fica a bobina, posicionada entre os pólos de um imã permanente e em suspensão pela "aranha", um disco de tecido ondulado grosso coberto com resina que facilita a movimentação da mesma.
Liga-se o enrolamento da bobina aos fios de saída do amplificador.
No momento em que surgir corrente elétrica nestes fios, surgirá um
campo magnético na bobina. Este irá interagir com o campo natural do imã
permanente, criando uma reação de atração ou repulsão -
conseqüentemente gerando o movimento do diafragma, que está livre para
movimento, sendo sustentado pela "aranha". Esta movimentação
diafragmática criará uma turbulência ritmada no ar, conseqüentemente,
ondas sonoras.
Resumindo: o som produzido por um alto-falante nada mais é do que uma
turbulência ritmada no ar, causada pelo movimento do diafragma,
resultado da interação do campo magnético da bobina com o do imã
permanente.
Para melhorar a reprodução o alto-falante passou a ser montado em uma caixa acústica.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://www.4shared.com/office/E3XWKl7z/reparo_falante.html
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