quarta-feira 12 2012

Eletrônica de Potência Semicondutores




SCR (do inglês Silicon Controlled Rectifier - Retificador Controlado de Silício) é um componente eletrônico semicondutor de quatro camadas da família dos tiristores. Composto, geralmente, por três terminais, dois dos quais denominados anodo (A) e catodo (K), formam um diodo bipolar, e no terceiro terminal (que é usado para controle), denominado gatilho, se aplica um pulso que provoca o "disparo" do dispositivo.
Quando o SCR opera como elemento retificador, seu disparo ocorre geralmente em sincronismo com a forma de onda da CA que esta sendo retificada em um certo ângulo pré-determinado pelo projetista. Para a manutenção do SCR é necessária uma corrente mínima. Depois de disparado, o SCR continua em condução até que sua corrente se torne menor do que a corrente de manutenção, ocasionando seu desligamento.
Quando não está em condução, o SCR recebe toda a tensão presente na entrada (entre os terminais de anodo e catodo) até que ocorra um novo disparo.

                                                                                                                                           fonte: wikipédia

                                            Seu simbolo




http://www.4shared.com/office/QD7fmfz3/apr_power_diodo.html

Curso Indutâncias Capacitiva e Indutiva


                                    

                                             Reatâncias











 
 

 
http://www.4shared.com/office/hrgklikN/indutnci_cap.html

terça-feira 11 2012

Curso IGBT Power Point


                                       

               Insulated-gate bipolar transistor

                               

                           Módulo IGBT

 


circuito equivalente




  

http://www.4shared.com/office/gk_z7got/comando_igbt.html

sexta-feira 07 2012

Cálculo de resistores três e cinco faixas





http://ivairijs.vilabol.uol.com.br/resistor-associacao-t.html
  
http://www.projetostecnologicos.com/Projetos/CodResPrecisao/Prog_CcoresResistores.htm

Mosfet Amplificador classe D


Os equipamentos de telecomunicações (telefones celulares, etc.), áudio (MP3, CD-Players, gravadores digitais, etc.) e outros que são alimentados por bateria devem reunir qualidades especiais como excelente qualidade de som, boa potência e baixo consumo. As versões tradicionais analógicas que funcionam em classe A, B e C não atendem a estas exigências sendo, por este motivo, usados em todas essas aplicações, amplificadores de áudio Classe D. Veja neste artigo o que são estes amplificadores e quais são as vantagens no seu uso.
Os amplificadores de áudio tradicionais são circuitos analógicos, amplificando tensões e aplicando-as em
 transdutores como fones e alto-falantes, sem alterações de suas características, conforme mostra a figura 1.








É relativamente simples se obter um circuito amplificador linear usando componentes tradicionais como válvulas, transistores bipolares ou mesmo transistores de efeito de campo. Até mesmo um único transistor polarizado apropriadamente pode se tornar um amplificador simples, excitando um pequeno alto-falante ou
fone de ouvido, como mostra a figura 2.




No entanto, este tipo de circuito não atende às necessidades modernas, principalmente dos equipamentos alimentados por baterias: seu rendimento é muito baixo. A maior parte da energia que é entregue a este tipo de circuito é convertida em calor nos componentes de potência. É só observar que os transistores de saída, mesmo para equipamentos com potências relativamente baixas, precisam ser montados em bons dissipadores de calor. Tocando nesses dissipadores quando o equipamento funciona o leitor pode ter uma idéia de quanta energia é perdida na forma de calor.
Para atender às necessidades dos novos equipamentos são usadas configurações de baixo consumo e alto rendimento. São os amplificadores Classe D que, para que o leitor entenda melhor como funciona, vamos explicar desde o início, comparando-os com os amplificadores tradicionais.
                                                    
                                                                                   fonte:  http://www.newtoncbraga.com.br/index.php



 Neste link você encontrará a continuação do texto acima. Bom estudo.

http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/como-funciona/1443-art212.html

Nesta edição traz uma matéria sobre amplificadores classe D muito utilizado em equipamentos que necessitam de baixo consumo. E muito mais

                                                                               






http://www.sabereletronica.com.br/files/file/SE458_web.pdf








quarta-feira 05 2012

Varistor Aplicações e Tabelas

O varistor è usado como protetor de sobretenção,quando surge um surto de tensão,ele absorve esta energia exedente,eliminando-a e impedindo-o de chegar aos componentes da fonte. 



Um varistor ou VDR ( do inglês Voltage Dependent Resistor) é um componente eletrônico cujo valor de resistência elétrica é uma função inversa da tensão aplicada nos seus terminais. Isto é, a medida que a diferença de potencial sobre o varístor aumenta, sua resistência diminui.
Os VDRs são geralmente utilizados como elemento de proteção contra transientes de tensão em circuitos, tal como em filtros de linha. Montados em paralelo com o circuito que se deseja proteger, impedem que surtos de pequena duração os atinjam, por apresentarem uma característica de "limitador de tensão". No caso de picos de tensão de maior duração, a alta corrente que circula pelo componente faz com que o dispositivo de proteção, disjuntor ou fusível, desarme, desconectando o circuito da fonte de alimentação. O VDR protege o equipamento a jusante desviando a sobretensão, ou sobrecorrente, para o terra, pois comporta-se como um curto-circuito submetido a altas tensões.

Aplicações

Umas das aplicações mais encontradas atualmente é a utilização dos varistores em equipamentos de proteção indireta contra surtos (picos) de tensão da rede elétrica. Um exemplo desses equipamentos é o filtro de linha, que quando é autêntico possui varistores com o objetivo de "ceifar" a sobretensão que chega da rede.
Esse "ceifamento" se deve a característica do varistor de diminuir a sua própria resistência interna com o aumento da tensão aplicada aos seus terminais. Assim o varistor tem um certo potencial de condutividade, ou seja, é capaz de deixar passar tensões de até um certo limite (300 Volts por exemplo). A tensão excedente do "ceifamento" é convertida em energia térmica.
O varistor possui também um limite de conversão de energia elétrica em térmica, normalmente medido em J joules. Uma vez excedido esse limite, ou seja, por algum motivo a sobretensão continue por muito tempo, o varistor queima.
Para evitar a queima do varistor por exposição a uma sobretensão acima do tempo suportável, são utilizados fusíveis de proteção, os quais interrompem o circuito (queimam) antes que ocorram danos àquele componente.

 

Observação em sua Aplicação



Em dispositivos de proteção contra surtos, apenas a presença de varistores (MOV-) não é suficiente para uma completa proteção contra os distúrbios no fornecimento de energia elétrica, tais como picos de corrente.
O Varistor, e outros tipos de supressores, não provêem proteção para os equipamentos quando as sobretensoes são mantidas por um período longo. A energia térmica convertida pode não ser satisfatoriamente esgotada do equipamento ou grande demais até para o próprio varistor. Nesses casos há risco de início de fogo e/ou queima do componente. Bons protetores ou filtros de linha possuem componentes que medem o calor emitido pelo varistor e cortam a energia, para prevenir sobreaquecimento.
Os filtros de linha nacionais (brasileiros), em geral, ainda não possuem proteção térmica, o que os limita a varistores de pequena capacidade, por questões de segurança. Filtros importados possuem tanto proteção térmica quanto varistores de maior capacidade, os quais suportam maior fluxo de energia.

                                                                                  fonte Wikipédia.












sábado 01 2012

Molibidenita supera Sílicio e Grafeno



                     

Primeiro chip de molibdenita aponta para sucessor do silício

Redação do Site Inovação Tecnológica - 05/12/2011
Primeiro chip de molibdenita aponta para sucessor do silício
A grande vantagem da molibdenita é que ela pode ser trabalhada até formar camadas de apenas três átomos de espessura, permitindo a criação de circuitos eletrônicos inteiramente flexíveis.[Imagem: Radisavljevic et. al./ACS Nano]

Sucessor do silício?
Apenas alguns meses depois de terem revelado as inesperadas propriedades eletrônicas da molibdenita, pesquisadores suíços usaram o material para construir o primeiro chip totalmente funcional.
Cientistas da Escola Politécnica Federal de Lausanne surpreenderam o mundo da tecnologia em Fevereiro deste ano, ao revelar que a molibdenita não apenas supera o silício por um estonteante fator de 100.000, como também tem um potencial superior ao do muito mais famoso grafeno.
Esse bissulfeto de molibdênio (MoS2) é abundante na natureza e muito barato, sendo usado na metalurgia do aço e na fabricação de lubrificantes.
Pelo menos até que Andras Kis e seus colegas descobrissem que a molibdenita é um semicondutor.
Processador ultra-fino
Agora, o grupo deu um passo decisivo para mostrar a potencialidade do material usando-o para construir um circuito integrado totalmente funcional.
E o protótipo comprovou que o entusiasmo com a descoberta inicial era plenamente justificado: o circuito mostrou que a molibdenita pode superar os limites físicos do silício em termos de miniaturização, consumo de eletricidade e flexibilidade mecânica.
"Nós construímos um protótipo inicial, colocando séries de dois a seis transistores, e demonstramos as operações lógicas binárias, o que prova que poderemos construir um chip maior," disse Kis.
A grande vantagem da molibdenita é que ela pode ser trabalhada até formar camadas de apenas três átomos de espessura, enquanto o silício não suporta manipulações abaixo dos dois nanômetros.
Isto significa que um processador de molibdenita poderá ser pelo menos três vezes menor do que um processador de silício quando este atingir seus limites físicos.
Computadores de enrolar
Os transistores de MoS2 também são mais eficientes do que os transistores de silício: "Eles podem ser ligados e desligados mais rapidamente, e podem ser colocados em um modo de standby mais completo," explicou Kis.
A capacidade de amplificar sinais eletrônicos é exatamente a mesma que a do silício: os sinais de saída são até quatro vezes mais fortes do que os sinais de entrada.
"Com o grafeno, por exemplo, essa amplitude é de cerca de 1. Abaixo desse limite, a tensão de saída não será suficiente para alimentar um segundo circuito similar," compara o pesquisador.
Outra vantagem em relação ao silício é que, por permitir a construção de camadas muito finas, os circuitos eletrônicos de molibdenita poderão ser totalmente flexíveis, como computadores que poderão ser enrolados, por exemplo.
Bibliografia:

Stretching and Breaking of Ultrathin MoS2
Simone Bertolazzi, Jacopo Brivio, and Andras Kis
ACS Nano
5 December 2011
Vol.: Article ASAP
DOI: 10.1021/nn203879f

Integrated Circuits and Logic Operations Based on Single-Layer MoS2
Branimir Radisavljevic, Michael Brian Whitwick, and Andras Ki
ACS Nano
5 December 2011
Vol.: Article ASAP
DOI: 10.1021/nn203715c

Kotlin

     https://kotlinlang.org/docs/comparison-to-java.html